Uma jujuba de cada vez. É assim que tem que ser, e estou aprendendo aos trancos e barrancos como lidar com isso. Não se pode ter a loja de doces toda de uma vez. Enjoa. Simplesmente, porque vemos um doce, que pode estar no alto da prateleira e pensamos: " - É aquele que quero." Você vai, sobe a escada para alcançar a prateleira e sabe-se lá Deus o que faz para conseguir pegar o doce.
Então, você tem o doce na mão. Olha, e pensa: " - Onde devo morder? Qual o gosto que tem?" E morde. E gosta do sabor. Fica saboreando um tempo, e do nada o doce enjoa. A partir dai você olha outro doce. E sobe para alcançar em outra prateleira. Deixando o outro doce pela metade. É assim com a maioria das pessoas que tem tudo nas mãos de uma vez só. Por isso o certo é, uma jujuba de cada vez. Até mesmo porque você não quer se tornar um doce mordido pela metade, certo?
Ando lendo muito novamente. Meu refúgio, os livros. E foi em um desses que encontrei quase que uma fábula sobre a "jujuba".
E depois disso, foi que eu decidi. Não quero ser mais um doce. Quero ser um pacote de jujubas. Porque não quero ficar mais pela metade, mordida, com o recheio escorrendo, largada em um balcão, achando que meu gosto, não é agradável para alguém.
Melhor ser um pacote de jujubas. A pessoa que quiser abrir o pacote, terá que comer uma por uma em doses homeopáticas, para não enjoar, saber apreciar, e para não largar o pacote de jujubas no balcão ou no lixo. Ou seja, querer ficar com o pacote de jujubas porque o gosto é bom. Porque se viciou em jujubas, porque nunca vai enjoar, porque jujubas são capazes de lhe fazer feliz. E nenhum outro doce mais.
Doces pela metade, consequentemente param no lixo. Um pacote de jujubas também pode parar no lixo. Mas depende de quem abrir o pacote. Valerá a pena, se a pessoa que abrir o pacote, entender que para funcionar tem que experimentar aos poucos. Valerá a pena se a pessoa se contentar em receber, uma jujuba de cada vez.
Então, você tem o doce na mão. Olha, e pensa: " - Onde devo morder? Qual o gosto que tem?" E morde. E gosta do sabor. Fica saboreando um tempo, e do nada o doce enjoa. A partir dai você olha outro doce. E sobe para alcançar em outra prateleira. Deixando o outro doce pela metade. É assim com a maioria das pessoas que tem tudo nas mãos de uma vez só. Por isso o certo é, uma jujuba de cada vez. Até mesmo porque você não quer se tornar um doce mordido pela metade, certo?
Ando lendo muito novamente. Meu refúgio, os livros. E foi em um desses que encontrei quase que uma fábula sobre a "jujuba".
E depois disso, foi que eu decidi. Não quero ser mais um doce. Quero ser um pacote de jujubas. Porque não quero ficar mais pela metade, mordida, com o recheio escorrendo, largada em um balcão, achando que meu gosto, não é agradável para alguém.
Melhor ser um pacote de jujubas. A pessoa que quiser abrir o pacote, terá que comer uma por uma em doses homeopáticas, para não enjoar, saber apreciar, e para não largar o pacote de jujubas no balcão ou no lixo. Ou seja, querer ficar com o pacote de jujubas porque o gosto é bom. Porque se viciou em jujubas, porque nunca vai enjoar, porque jujubas são capazes de lhe fazer feliz. E nenhum outro doce mais.
Doces pela metade, consequentemente param no lixo. Um pacote de jujubas também pode parar no lixo. Mas depende de quem abrir o pacote. Valerá a pena, se a pessoa que abrir o pacote, entender que para funcionar tem que experimentar aos poucos. Valerá a pena se a pessoa se contentar em receber, uma jujuba de cada vez.
Um comentário:
O livro é "Porque os Homens amam as mulheres poderosas", não é mesmo?
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