5 irmãs. Pouca diferença de idade, gênios bem diferentes. Uma partiu. Depois de ter casado, ter filhos. Talvez tenha sido o projeto que havia escolhido. O fato é que partiu. Ficaram 4 irmãs. Que perderam primeiro o pai, depois a mãe. E a partir daí uniram - se mais. A mais nova, doce, meiga, doida, com sua risada escandolosa, bonita, casada, com filhos. Algumas escolhas erradas, fim da casamento, outra pessoa, outra filha. Mesmo assim, sem visitas constantes, havia as ligações de telefone, email, alguma forma para amenizar a saudade.
Em novembro desse ano a mais nova das 4 irmãs, descobriu - se doente. Um susto. A caçula. a neném, a doida das 4 irmãs. Problema sério. histórico familiar que assusta. A que partiu morreu de leucemia, a mãe das 5 irmãs, morreu de cancêr.
Acreditava - se que era a mesma coisa. Apreensão total, choros fora de hora, medo. Hospital, internamento, cirurgia. Aniversário da caçula. Uniram-se as 4 irmãs. De uma forma nada agradável, mas uniram - se. Lágrimas. Fé. Cirurgia. Um rim totalmente comprometido retirado. Mas que diabos era aquilo? Exame. torcida para que o dito cujo fosse benigno e não maligno.
Medo novamente, e longa espera. Um exame, um resultado positivo. Ufa! Mais dois exames, mais dois resultados positivos. Cirurgia. Espera. Cuidados. Um erro médico e nova cirurgia. Medo novamente pelo corpo estar tão debilitado. As irmãs precisaram retornar as suas vidas. A caçula ficou aos cuidados de sua própria filha, um anjo na verdade. E espera. Novamente a espera.
Hoje, dia 14 de dezembro de 2007, recebemos a notícia que a caçula, a doida das 4 irmãs está passando bem e recebendo alta do hospital. Milagre? Acredito que sim. Deus? Acredito também. Mas acredito muito mais no amor dessas 4 irmãs, que longe ou perto, com seus gênios diferentes, se completam.
Tânia, seja bem - vinda de volta!
15:46hs
Em novembro desse ano a mais nova das 4 irmãs, descobriu - se doente. Um susto. A caçula. a neném, a doida das 4 irmãs. Problema sério. histórico familiar que assusta. A que partiu morreu de leucemia, a mãe das 5 irmãs, morreu de cancêr.
Acreditava - se que era a mesma coisa. Apreensão total, choros fora de hora, medo. Hospital, internamento, cirurgia. Aniversário da caçula. Uniram-se as 4 irmãs. De uma forma nada agradável, mas uniram - se. Lágrimas. Fé. Cirurgia. Um rim totalmente comprometido retirado. Mas que diabos era aquilo? Exame. torcida para que o dito cujo fosse benigno e não maligno.
Medo novamente, e longa espera. Um exame, um resultado positivo. Ufa! Mais dois exames, mais dois resultados positivos. Cirurgia. Espera. Cuidados. Um erro médico e nova cirurgia. Medo novamente pelo corpo estar tão debilitado. As irmãs precisaram retornar as suas vidas. A caçula ficou aos cuidados de sua própria filha, um anjo na verdade. E espera. Novamente a espera.
Hoje, dia 14 de dezembro de 2007, recebemos a notícia que a caçula, a doida das 4 irmãs está passando bem e recebendo alta do hospital. Milagre? Acredito que sim. Deus? Acredito também. Mas acredito muito mais no amor dessas 4 irmãs, que longe ou perto, com seus gênios diferentes, se completam.
Tânia, seja bem - vinda de volta!
15:46hs
Nenhum comentário:
Postar um comentário