Certa vez eu vi em um blog interessante, algo como rir de uma situação nonsense.
Era isso :
Era isso :
"Não é tão raro assim eu ficar com cara de idiota, mas felizmente na maioria das vezes, o faço de propósito.
Há uma certa beleza no nonsense. Em parecer cretino quando na verdade o cretino é o outro. Talvez seja isso que chamam de cinismo, você rindo-se por dentro do apatetado interlocutor que acha que você é um trouxa. Na verdade os dois são trouxas e pensam que enganam um ao outro.
Mas toda a graça do negócio é você ter consciência de que não é assim tão tolo quanto o outro pensa, mas finge ser, para ver até que ponto ele embarca em sua loucura, entregando assim o jogo de que o idiota é ele."
( Do blog Girassol falante)
Isso aconteceu comigo. Estava eu, assistindo filme. E sempre deixo aberto essa bagaça. Quando volto, acontece uma situação dessa natureza.
Em outros tempos, eu ficaria muito "puta da cara" se algum ser resolvesse subestimar minha alta e nobre inteligência e esperteza. Nos dias de hoje e com um maior amadurecimento dos neurônios, ou a dita e famosa "experiência" eu leio, analiso e... rio.
Rio muito porque, vejo que a pessoa está mais perdida do que eu. Não me conhece o suficiente, na verdade nem o mínimo. E julga que qualquer "balela" e papo furado, bummm! "ela caiu novamente".
As possibilidades de, pensar que me convenceu, são grandes. Eu faço até com que acredite nisso, sério. Me faço de boba e total idiota. Adoro quando pensam que jogando a isca, no anzol vai vir O peixe.
Cuidado, eu tô mais pra uma enguia descontrolada do que pra um lindo salmão. E o melhor de tudo? Dou corda. Ah! adoro dar corda. Mas lógico, não pra eu me enforcar.
Situações assim ocorrem comigo ás vezes. Principalmente para as pessoas que me veêm como um ser inofensivo. Sou grata aos amigos que me conhecem bem, e não me subestimam. E sabem que não sou um ser inofensivo. Mas o resto, eu rio. E muito. Principalmente quando o coração está no automático e me torno fria e imparcial. Ah meu amigo... Se isso acontecer já era. As brasas apagadas, pode soprar do jeito que quiser que elas não acendem. Essa é a diferença entre pensar com a "cabeça" e não com o "coração". Se pensasse com o "coração" ficaria magoada, por ver a pessoa tentar "brincar" comigo. Mas quando a "cabeça" comanda mais que o "bobo", se torna divertido.
Só me resta perguntar : Do you really wanna play with me? Owww! Let's play!
E se for pra jogar... Pode ter certeza que não sou eu que saio do play.